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CBVela lança cartilha de boas práticas para vela feminina no país.

CBVela toma medidas para aumentar participação feminina no esporte e lança cartilha de boas práticas para vela feminina no país. Cada vez mais mulheres correm regatas no Brasil.

O Dia Internacional das Mulheres, comemorado em mais de 100 países, incluindo o Brasil, foi de comemorações e promessas na CBVela, a Confederação Brasileira de Vela. Um objetivo é mapear as regatas pelo Brasil, traçar o plano estratégico da World Saida e aumentar uma rede para aumentar uma rede estratégica ativa.

2019 Optinam
© Matias Capizzano

Um exemplo da força da vela feminina é a nossa classe Optimist. No Brasileiro de 2022, em Maria Farinha, 45% dos participantes eram meninas. Alem disso, os 2o e 3o lugares eram meninas, sendo que uma delas, Joana Freitas, foi também a campeã estadual do RJ. Igualmente, na Bahia, o campeonato estadual foi vencido por uma menina, a Juliana Bastianelli. Destaque também para Valentina Guimarães, que esse ano sagrou-se Tricampeã Norte Nordeste.

Nesse caminho,  a ideia da CBVela é que mais meninas integrem equipes de regata, tanto nas provas de oceano, quanto em países de monotipos. Alinhado com o tema, o Comitê de Desenvolvimento Feminino da Confederação Brasileira de Vela lançou, nesta terça, uma cartilha de práticas, focada na Vela Feminina.

Marco Aurélio, presidente da CVBVela diz: “Março é o mês internacional das nossas veladoras. Vamos seguir fomentando e fortalecendo ainda mais a presença feminina nas raias! Em pouco tempo, campanhas de incentivo ou fomento neste sentido não precisarão ser feitas”.

O trabalho realizado com as mulheres já refletiu em bons resultados na OS. Oito anos depois do bronze na 470, Martine Grael e Kahena Kunze fizeram história ao levar o ouro da classe 49er FX na Rio 2016. Em Tóquio 2020, a repetiram o feito e conquistaram o bicampeonato.

O presidente Marco Aurélio de S Ribeiro elogiou a iniciativa e colocou uma meta importante de que 50% da comissão técnica nos Olímpicos de Paris, em 2024, seja composta por mulheres.

– As mulheres que assumem mais cargas nos clubes e nas federações são estaduais incentiva, onde atualmente também há presença. Assim como as mulheres ganharam mais presença e representatividade na Assembleia da CBVela – pontuou o presidente da CBVela em entrevista no ano passado.

No Optimist a representatividade na direção é clara e importantissíma. A presidente da Optibra, Ligia Becker comanda a classe há mais de 1 ano, e se dedica em posições de gestão da classe há mais de 3 anos. A diretoria conta ainda com Elisa Kubelka e Lais Guimarães, como vice-presidente e vice-secretaria nacional. É a força, competência e a dedicação femina a frente do Optimist Brasil.

Não deixe de conhecer a Cartilha de Boas Práticas VELA FEMININA. Leia e divulgue. Clique aqui para acessar.

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marcusamaral Ver tudo

Pai do Pipe e um apaixonado por tecnologia, cloud, start ups e marketing digital... E lógico, como a inovação pode revolucionar mercados. Ainda por cima... louco pelo mar, Iatismo/Vela e tudo que está conectado a familia, meu maior amor e prioridade.

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